domingo, 5 de junho de 2011


Um país de mim mesmo, onde eu seria o presidente, o estado, toda a nação. As minhas regras, o meu poder, tudo meu. Meu coração seria meu distrito, e minha alma o litoral. Minha cabeça a guarda federal, protegida por anjos e por Vênus. Em minha pele e em meus olhos você veria a população multiculturada e colorida. A minha boca ecoaria hinos de todos os municípios, e no fim a minha própria música. Eu teria meu próprio equador e seria de câncer e de capricórnio. Um lugar dentro de mim só para mim.

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